Ao galgar o itinerário de nossas vidas; ao chegarmos na adolescência, nos sentimos fortes e maravilhosos. O medo não existe para quem está desabrochando para a vida e, se ela for ( com um pouco de sorte ) glamorosa e próspera, ao envelhecermos começamos a recordar das proezas sentimentais, profissionais e, por ironia, nos tornamos solitários e itinerantes, cultuando com lisonjeio, nossas reminiscências.
No decorrer de nossas existências nos deparamos com grandes obstáculos e dissabores, tudo isso nos faz sentir como um espectro envolto em um redemoinho sem fim.
Nós nos tornamos amargurados, tanto que no auge de nossas existências ficamos apáticos e nos esquecemos que a Lua gira pela Terra sem descanso. Só há um problema: Ela não envelhece.
Assim são nossas vidas que, gradativamente, nos diferencia da Lua, apagando por conveniência o passado para nos deliciarmos de belas poesias. São elas que nos rejuvenescem como outrora.
Abram suas asas e voem em algumas de minhas poesias e desabafos.

NÃO ACEITO NENHUM TIPO DE PROPAGANDA

quinta-feira, 31 de maio de 2012

AVISO


Aviso ao meus visitantes que usam a internet explorer

Meu blog pegou malware

Talvez uma imagem que tirei da internet, usem o Google chrome que tem um alerta.
Não faço postagens maliciosas
Não temos privacidade
Obrigada
Volto a postar quando for retirado o AVISO
Muito Obrigada
Lua Singular


terça-feira, 29 de maio de 2012

MEUS QUERIDOS LEITORES



Peço desculpas pelo transtorno de hoje
Fui mexer no desing e me ferrei
Perdi muitas visitas no contador
de visitas,agora embaixo
Só que nesse atribulado dia
 até às nove horas
Tive a maior visualização
da semana

Obrigada pela paciência e continuem
Visitando-me, pois isso faz de mim
uma mulher que muito trabalhou
imensamente feliz
Eu, antes de abrir o blog
nunca havia escrito uma poesia
Todos vocês me deram
FORÇAS
MUITO, MAS MUITO OBRIGADA
MESMO
LUA SINGULAR

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Fadas da ilusão





Meu coração de fada
Sai à procura de soluções
Das crianças...na inocência
Que hoje não existem mais


Velhos sonhos...inocência
Saía a procura delas, mas
Só em sonhos eu as vias
Tão lindas! brilhantes...


Com sua varinha de condom
Realizava os meus desejos
Admirava seu olhar profundo
Segurava na minha mão e...


Voávamos o imenso infinito
Que Lindo! Tudo maravilhoso
O Sol, as estrelas e as nuvens
Sorriam e nos saudavam


Que pena que eu cresci!!
Não acredito mais em fadas
Vivo hoje com saudades
Da minha inocente infância


 Parecia um anjinho no céu



net

domingo, 27 de maio de 2012

O melhor presente do Mundo



Sexta-feira, 27 de agosto de 2010


Tento imaginar como é chegar aos 63 anos, como minha mãe. Poder olhar para trás e ver a vida toda. Isso pode trazer alegrias, por tudo realizado, mas também pode trazer angústias, pelos erros cometidos. Acho que, no caso da minha mãe, devem ser mais alegrias mesmo.Queria parabenizá-la por esses 63 anos. Quando se trata de nossa mãe, parabéns deve vir sempre acompanhado de diversos outros pedidos: nunca nos deixe, seja sempre feliz, melhore seus hábitos pra viver uns 200 anos...todos eles não chegam perto de um simples pedido de perdão.Perdão? É,exatamente. Para aqueles que fizeram bobagem (e olha que eu fiz, hein?) ou não, o quanto você ama sua mãe, o quanto a respeita, o quanto a admira, nunca serão suficientes, nunca chegarão aos pés daquilo que elas nos fizeram, e nos farão. A mãe nunca vai cobrar isso, mas quem tem um pouco de consciência sabe que estará sempre em débito com sua mãe.Portanto, peço perdão à minha mãe, com a promessa de sempre tentar melhorar, pois um sorriso sincero na sua face, mãe, vale mais que qualquer coisa que Deus pôs na Terra. Deste desastrado e eterno devedor!Eu te amo mais que a mim mesmo!Cristovam

Postado por Metamorfoses às 8/27/2010 01:14:00 PM http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gif
Marcadores: Cristovam

Ah! Meu amor...




No meu aniversário
Me deste de presente
Um frasco de perfume
Abri, senti um aroma
Quase enlouqueci

O que teria neste perfume?
Imagino que fizeste sortilégio
Fizeste muito bem feito...
Pois me amarrei em ti

A magia deste perfume
Fez-me apaixonar por ti
Por um descuido teu
Acabei separando-me de ti

Anos e anos se passaram
Esta magia carrego comigo
D'um amor muito louco...
Que até hoje, Ai...
Alucina meu pensamento

Mas...hoje vou matar este amor
Neste frasco tem umas gotas
Deste maldito sortilégio
Vou jogá-lo no mar...Ah!
Para esquecer deste amor



sábado, 26 de maio de 2012

Além do horizonte...


moonlight.jpg

Além do horizonte existe um mundo maravilhoso, cheio de pessoas bonitas, educadas e companheiras. Adentrando a esse mundo, fiquei fascinada com a beleza natural de todos os seres vivos: animais de todos os tipos viviam em harmonia com os homens, trocavam conversas.
Nesse mundo todos tinham suas casas iguais, pintadas com o verde do musgo e uma linda cachoeira caindo da rocha, fiquei estonteante com tanta beleza aí, foi que um jovem veio me dar boas vindas. Era esbelto, alto e de nariz afunilado, sua boca carnuda de cor violeta, cabelos encaracolados, dentes dourados e um sorriso encantador. Pegou em minhas mãos à levar-me para conhecer o seu mundo. Por dentro das casas enormes com paredes de ouro, móveis de pedras rubis e os utensílios domésticos todos de diamantes. Parecia o céu que eu sonho.Convidou-me para jantar com sua família: a mesa comprida com toalhas de linho bordadas com esmeraldas, então sua mãe disse: põe-se a mesa: Meu Deus! Do nada a mesa ficou farta de muitas iguarias deliciosas. Ninguém cozinhava, lavava ou trabalhava, era um esplendor.
Depois do almoço ele levou-me para conhecer todo o seu mundo, olhei pra trás vi o horizonte e senti saudades do meu mundo. Começamos a caminhar, os pássaros nos saudavam, os animais declamavam poesias, observando a beleza das flores, fiquei sem palavras...
Nesse mundo não havia ganância, miséria e todas as atrocidades que tem no nosso mundo. Tudo era de graça, era só pedir. Não havia mortes e nem desenganos: os casais se amavam formavam famílias, tinham seus filhos em casa na maior tranquilidade, Ah! Ia me esquecendo, só havia as casas e a natureza, nada de prédios, carros, bancos, escolas e poluição. Era uma natureza itinerante: as flores andavam carregando beija-flores de muitas cores, as árvores, se moviam, os peixes cantavam. De repente olhei para o céu, tudo escuro sem estrelas, sem a lua, sem os beijos apaixonantes dos namorados, sem meus bichinhos para brincar, então, comecei a chorar.O jovem me perguntou: por que chora? Aqui é muito lindo, mas estou com saudades do meu mundo,onde estão meus pais, meus irmãos, meus amigos e meu amor.
O jovem respondeu: cada um gosta do seu mundo vou levá-la à frente do horizonte, para poder voltar e voltei e disse a minha mãe: por pior que esteja nosso mundo, o além do horizonte só me fascinou e, voltei para continuar meus estudos, trabalhar, viajar e amar.
Então eu digo: ninguém pode entrar no mundinho dos outros sem ser convidado à amar.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Driblando a morte



Seria um dia qualquer, não fosse o nascimento de uma linda garota, a qual puseram o nome de Vitória e, ela cresceu rapidamente, foi para a escola. Tinha exatamente cinco anos. Seu primeiro dia de aula, ficou feliz.
Chegando em casa, toda esbaforida, contando para os pais as novidades do dia...Mas à noite Vitória adoecera, foi levada apressadamente para o melhor hospital da cidade. Era uma doença contagiosa ficando a menina isolada num quarto sem visitas.Às vezes chorava, pois estava consciente do seu estado terminal.
Não demorou muito tempo, a morte entrou pela janela do quarto e lhe disse: vim buscá-la. A garota começou a clamar: tende piedade de mim, quero ser pediatra e cuidar das crianças pobres sem cobrar nada. A morte condoída com a sua intenção foi embora. Subitamente ela sarou, teve alta para a felicidade dos pais.
Cresceu uma linda jovem, entrou na faculdade, formou-se em pediatria, começando, então, a fazer residência em pequenos hospitais, não queria ganhar nada, só se aperfeiçoar para cuidar das crianças de todos os tipos, raças e cores.Vitória viajou para a África e, numa comunidade pobre cuidava de todas as crianças, fora os alimentos que ela levava, pois seu pai era milionário de bom coração.
Numa noite estirada numa esteira num barraco pobre, a bela Vitoria ia dormir, ei que de repente a morte chegou novamente para buscá-la e ela ajoelhada à frente dela pediu: Não posso morrer, pois quero namorar e me casar, ter meus lindos filhos e, a morte já meio raivosa disse: voltarei em outra ocasião.
Vitória namorou, amou muito e casou-se com um lindo jovem e teve trigêmeos: um menino e duas meninas que foram crescendo, já estavam em idade de se casarem, quando a morte chegou para Vitória, outra vez e ela amedrontada disse-lhe: Não posso ir, quero ver minhas filhas casarem, terem seus filhos e beijar os meus netos...a morte cansada saindo da casa dizendo: eu voltarei. Os netos cresceram, ficaram lindos jovens, namoraram, tiveram um filho cada um, ganhou três bisnetas e, a morte chegou: agora vou levá-la sem piedade e Vitoria clamou: me dê um tempo quero conhecer meus tataranetos. A morte já estava meio desnorteada foi embora e o tempo passou, ficando velhinha debilitada e, já não tendo mais sentido na vida adoeceu, foi internada em um hospital, eis que a morte chega: Agora a levo, me enganou até seus noventa e seis anos e Vitória disse: pode me levar, vou encontrar meu marido n'outro plano espiritual, fechou os olhos e morreu.
Enfim, a inteligente Vitória driblou a morte e morreu velhinha e feliz.